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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Do lado de fora de penitenciária no RN, lágrimas e notícias desencontradas

Após o motim que durou 14 horas, mães, mulheres e filhos choravam do lado de fora da maior penitenciária do Rio Grande do Norte, enquanto aguardam notícias sobre mortos e feridos. De mãos dadas, em círculos, elas rezavam e se desesperavam em frente à Penitenciária Estadual de Alcaçuz.

Mulher de um dos presos do pavilhão 4, Natalia Melo, 30 anos, contou que foi uma das últimas pessoas a sair sábado da visita. Segundo ela, estava tudo calmo até então. 

— Foi a gente sair que começou isso. Não tenho notícia do meu marido. Ninguém passa informação e ninguém dos direitos humanos veio nos ajudar — lamentou Natalia. 

Antônio Neto, de 30 anos, cumpre pena por tráfico de drogas e homicídio. Apesar das trocas de mensagens e telefonemas com os presos, na noite de sábado, 14, ela ainda não sabia se o marido está vivo.