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domingo, 17 de setembro de 2017

Em queda livre, Ponte Preta demite Gilson Kleina após derrota para Atlético-GO


Após tomar de 3 a 1 do Atlético-GO em casa, diretoria da Macaca decide pela troca no comando e inicia busca por um nome para assumir time, que entra definitivamente na luta contra degola
A situação de Gilson Kleina no comando da Ponte Preta ficou insustentável com a derrota por 3 a 1 para o Atlético-GO, neste sábado, no Majestoso. Após a partida, o gerente de futebol da Macaca, Gustavo Bueno, anunciou a demissão do treinador em entrevista coletiva.
- O resultado não foi o esperado e entendemos, em reunião agora, que haveria a troca de comando. Já conversamos com o Gilson. Ainda não pensamos nem articulamos nenhum nome, até porque nossa ideia era que desse continuidade no trabalho. A decisão é em detrimento de resultados - disse Bueno, acompanhado do diretor de futebol Hélio Kazuo, que não se pronunciou na sala de imprensa.

A saída de Kleina era uma consequência natural se a Ponte não vencesse o lanterna em casa, tamanha era a pressão da torcida. O retrospecto recente, com uma vitória nos últimos nove jogos, custou o cargo do treinador. São três partidas de jejum no Brasileirão, com duas derrotas, o que deixa o time em posição delicada na luta contra o rebaixamento. Tem 28 pontos - dois acima da degola, e corre o risco de entrar no Z-4 neste domingo, dependendo dos outros resultados.

Gilson Kleina sequer dirigiu a equipe em sua despedida. Por conta de uma suspensão, acompanhou a partida deste sábado de um dos camarotes do Majestoso, enquanto seu auxiliar Juninho ficou no banco. Desde março no clube, Kleina sai após 37 jogos, com 13 vitórias, 14 derrotas e dez empates. O vice paulista foi o ponto alto desta segunda passagem.

Ao todo, o treinador comandou a Ponte em 152 partidas. Foram 61 vitórias, 42 empates e 49 derrotas, com um acesso à elite nacional no currículo (em 2011). É o quinto treinador que mais vezes dirigiu a Macaca na história.

Agora, a diretoria alvinegra inicia a busca por um substituto. Gustavo Bueno evitou falar em nomes. Eduardo Baptista, Jorginho e Vadão foram citados nas perguntas, mas o gerente desconversou. A ideia é fechar com alguém o quanto antes.

Até o próximo treinador chegar, João Brigatti, auxiliar fixo do clube, assume interinamente. A Ponte tem o Sport na quarta-feira, pela Sul-Americana, em casa, e depois a Chapecoense, domingo, fora, em novo confronto direto contra o rebaixamento.

- Todos nomes falados são bons nomes, podem até achar que estou tentando esquivar, mas não é isso. Primeiro, foi tomada a decisão de troca de comando. Agora vamos sentar para conversar já a partir de hoje à noite, ver o que tem no mercado, o que se encaixa no nosso perfil e procurar entre hoje e amanhã (domingo). Todas as decisões são tomadas em consenso - disse Bueno.

Já Gilson Kleina talvez não fique muito tempo desempregado. A Chapecoense monitorava o status dele, à espera de uma definição sobre o futuro em Campinas. Com a demissão na Ponte, o caminho fica livre para o treinador ouvir o time catarinense - justamente o próximo adversário da Macaca no Brasileirão.

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