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SETTE CÂMERA ADMITE 'DIFERENÇAS' COM O KALIL MAS MINIMIZA POLÊMICA


O presidente do Atlético, Sergio Sette Câmara, minimizou a polêmica envolvendo o ex-mandatário do clube e atual prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. Em entrevista à Fox Sports nesse domingo (3), ele admitiu que os dois têm pensamentos diferentes em algumas questões, sem citar quais, mas ressaltou que "não tem absolutamente nenhum tipo de briga".

"Tenho respeito por ele, é o prefeito da cidade, está passando por um momento difícil como gestor, como todos os governantes. 

Ele tem todo o direito de pensar diferente de mim, como também eu dele. Isso não significa dizer que estejamos em pé de guerra, como foi colocado", destacou.

Na última quinta-feira (30), Kalil expôs possível racha político com Sette Câmara ao fazer críticas ao atual presidente do Atlético. As declarações foram motivadas pelo pagamento da dívida de 2,2 milhões de euros (R$ 13,4 milhões) com a Udinese, da Itália, referente à compra do atacante Maicosuel, contratado à época de Kalil.

O pagamento da dívida foi realizado segunda-feira (27), com ajuda de dois conselheiros: o dono da MRV Engenharia, Rubens Menin, e o proprietário do Banco BMG, Ricardo Guimarães. Dois dias depois, Kalil o rebateu no fim de uma live sobre o combate à pandemia de covid-19 em BH e disse que não precisou de caridade para pagar as contas no Atlético.

"A única coisa que poderia se dizer que eu coloquei publicamente foi a questão do Maicosuel, que nossos fervorosos amigos atleticanos, apaixonados, Rubens Menin, Rafael Menin e o Ricardo Guimarães vieram nos socorrer em um momento desses, de covid. 

Eu também sempre utilizei recursos do clube, eu também faria provavelmente algum tipo de operação de antecipação de receita de televisão, mas, durante a covid, isso não foi possível. Não tínhamos futebol, não tínhamos nada. E, nesse caso, longe de ser caridade. Acho que eles foram apaixonados". 

"Tenho absoluta certeza de que, se eles não tivessem comparecido, não teríamos como viabilizar esse pagamento, e o Atlético certamente teria sofrido uma punição. E eu realmente fiquei muito preocupado, chateado, porque não temos como fazer futebol mantendo uma situação dessa de coronavírus, com salários em dia, se toda hora aparece uma dívida do passado. 

Não estou dizendo especificamente que seja dele, mas a gente tem que tentar minimizar isso", completou Sette Câmara.